DESIGN THINKING NA ROTA DA INOVAÇÃO

DESIGN THINKING NA ROTA DA INOVAÇÃO

O desenvolvimento de produtos e serviços é uma necessidade de sobrevivência das empresas, independente do porte. Frente a essa realidade é necessário estar aberto ao mundo da inovação.

Neste campo entra em cena as ferramentas ágeis, dentre as quais, o Design Thinking. Estamos falando de ferramentas que facilitam o processo de inovação para alcançar resultados. 

Então vamos lá. Prepare-se para uma nova jornada mental que fará os profissionais a enxergarem o mundo de negócios como um verdadeiro lego. 

O Design Thinking facilita mergulhar no comportamento dos usuários de forma detalhada. 

Muito além de análises estatísticas frias, meramente numéricas, o design thinking captura as percepções de valor dos usuários.

Alguns dos fundamentos e princípios do Design Thinking

  • Hipóteses

O mergulho na inovação é profundo. A busca por hipóteses e experimentações é algo recorrente. 

Você já ouviu falar em processo heurísticos?

Pois é, esse assunto tem a ver com a disposição em testar hipóteses, tratando-se de um processo não racional que fragmenta o problema para validar uma percepção. 

Ao permitir esse exercício, é possível extrair insights. Ou seja, heurítica tem a ver com algo rápido e frugal para que seja possível experimentar adaptações rápidas para uma tomada de decisão. 

  • Diagnóstico

 Para diagnosticar é necessário dialogar com o processo criativo, fundamento que permite extrair as possibilidade de produtos possíveis.  

São caminhos para que a solução possa contemplar aspectos do ambiente externo. 

Todas as ferramentas disponíveis de análises do mercado podem e devem ser utilizadas no processo do design thinking: análise SWOT, benchmarking, pesquisas de mercado e reuniões multidisciplinares. Tudo para encontrar respostas para respostas às hipóteses.

  • Experimentações

Os processos de experimentações permeiam a visão do Design Thinking para que seja possível descobrir a inovação que fará toda a diferença. 

E nesse processo é possível encontrar novas possibilidades da solução. Estamos falando de um trabalho que interage com o “big Social Data”, base para ampliar a visão até mesmo para identificar novas oportunidades que não estavam inicialmente no escopo.

  • Prototipagem

Esta dinâmica cria um campo de pesquisa que lança mão de protótipos para testar as ideias. Eis aí um dos grandes diferenciais do Design Thinking: permitir prototipar. As metodologias para isso são amplas.

E nesse processo, à medida que o produto começa a ganhar forma, o MVP – Minimum Viable Product cria ambiente de tangibilização, ou seja, o foco é monetizar e criar modelos para ganhar escala. 

  • MVP

O MVP minimiza riscos. Dialoga com o consumidor final. O ambiente de experimentação é o campo para estreitar o relacionamento com os usuários. Eis aí a experiência de uso.

A cultura do Desing Thinking é incremental. Isso significa que o processo é contínuo, envolvendo a cultura da co-criação envolvendo todos os intervenientes, ou stakeholders: clientes, fornecedores, colaboradores, parceiros, investidores, dentre outros.

  • Ecossistema Inovativo

Eis aí o ecossistema da inovação, onde o senso de observação é a base do planejamento. Todas as atenções têm como foco o atendimento às necessidades do cliente. A palavra chave do processo de design thinking é empatia. 

Esse valor é a essência para extrair os nuances de comportamentos. 

  • Engajamento

Outro valor de extrema importância é o engajamento. E para que esse tema seja cada vez mais profundo, é necessário criar as personas, técnica para identificar detalhes de comportamento, valores, dores e necessidades. As personas identificam o perfil exato do personagem focal, do usuário. 

No próximo post vamos abordar como colocar as técnicas do design thinking em prática.